Mostrando postagens com marcador Carlos Hilsdorf. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carlos Hilsdorf. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de julho de 2014

A torrada queimada


“Quando eu ainda era um menino, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho muito duro.
Naquela noite distante, minha mãe colocou um copo com leite e um prato com torradas bastante queimadas, para o meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez f...oi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe, e me perguntar como tinha sido o meu dia na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada pedaço.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por ter queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:
- Amor, eu adoro torrada queimada.
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele realmente gostava de torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse:
- Filho, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada. Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor cozinheiro do mundo.

O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, relevando as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.
E essa lição serve para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos e amigos.”
(autor desconhecido)
Compartilhei esta pequena e conhecida história para extrairmos dela sua sabedoria.
Paz e Alegria,
Carlos Hilsdorf

O cego e o escritor


Havia um cego que pedia esmola numa esquina da cidade.
Todos os dias, um escritor passava por ele, sempre de manhã e à noite. Em todas as ocasiões, deixava alguns trocados no chapéu.
O cego segurava um cartaz com a seguinte frase:
...
"Cego de nascimento. Uma esmola, por favor."
Um dia, o escritor teve uma ideia: virou o cartaz do cego ao contrário e escreveu outra frase.
À noite, perguntou ao cego como tinha sido o seu dia.
O cego, muito contente, respondeu:
"Até parece mentira, mas hoje foi extraordinário! Todos que passavam por mim deixavam alguma coisa. Afinal, o que é que você escreveu no letreiro?"
O escritor tinha escrito uma frase breve, mas que mexia com todos os que passavam. A frase era:
"Em breve chegará a primavera e eu não poderei vê-la."
A maioria das vezes não importa o que você diz, mas como você diz. Por isso, tome cuidado ao falar com as pessoas. Fale com o coração. Toque a alma e a sensibilidade das pessoas com suas palavras.
Certamente, você será mais bem compreendido.
Uma simples e conhecida mensagem para refletirmos.
Um grande abraço.
Paz e Alegria,

Carlos Hilsdorf

sexta-feira, 4 de julho de 2014

A escolha é sua

                                  
A escolha é sua
Você pode curtir ser quem você é, ou viver infeliz por não ser quem você gostaria.
Você pode se divertir, brincar, cantar, dançar, ou dizer em tom amargo que já passou da idade ou que essas coisas são fúteis e não ficam bem para pessoas sérias e bem situadas como você.
Você pode assumir sua individualidade, ou reprimir seus talentos e fantasias, tentando ser o que os outros gostariam que você fosse.
Você pode amar e deixar-se amar de maneira incondicional, ou ficar se lamentando pela falta de gente à sua volta.
Você pode deixar tudo como está para ver como é que fica, ou, com paciência e trabalho, realizar as mudanças necessárias na sua vida e no mundo à sua volta.
Você pode deixar que o medo de perder paralise seus planos, ou partir para a ação com o pouco que tem e muita vontade de ganhar.
Você pode amaldiçoar sua sorte, ou encarar a situação como uma grande oportunidade de crescimento que a vida lhe oferece.
Você pode mentir para si mesmo, achando desculpas e culpados para todas as suas insatisfações, ou encarar a verdade de que, no fim das contas, sempre você é quem decide o tipo de vida que quer levar.
Você pode escolher o seu destino por meio de ações concretas e caminhar firme em direção a ele, ou continuar acreditando que ele já estava escrito nas estrelas e nada mais lhe resta fazer senão sofrer.
Você pode viver o presente que a vida lhe dá, ou ficar preso a um passado que já acabou ou a um futuro que ainda não veio, e que, portanto, não lhe permite fazer nada.
Você pode continuar escravo da preguiça, ou comprometer-se com você mesmo e tomar atitudes necessárias para concretizar o seu plano de vida.
Você pode ser feliz com a vida como ela é, ou passar todo o tempo se lamentando pelo que ela não é.
A escolha é sua. E o importante é que você sempre tem escolha.
Pondere bastante ao se decidir, pois é você que vai carregar – sozinho e sempre – o peso das escolhas que fizer.
(autor desconhecido)
Compartilhei este texto para refletirmos sobre o poder das nossas atitudes. Como eu sempre digo em minhas palestras, não podemos escolher o que a vida vai colocar à nossa frente, mas podemos escolher como agir diante do que ela nos apresenta.
Paz e Alegria,
Carlos Hilsdorf

segunda-feira, 23 de junho de 2014

O que é Assertividade?


Atenção: não confunda assertividade com acerto.
Assertividade é uma postura comportamental diante das pessoas e de situações cotidianas. Não está ligada ao que é certo ou errado; está ligada à nossa maneira de expor e defender nossas posições.
Ser assertivo é ser firme e direto sem sentir ou causar constrangimentos. É afirmar-se de maneira clara, objetiva e transparente, sem delongas.
Quem não assume suas posições com autenticidade não é assertivo; é o tipo de pessoa que fica dando voltas e não se posiciona nitidamente.
Quem assume suas posições com agressividade não é assertivo; é agressivo. A assertividade é uma postura decidida, mas não agressiva. Use palavras suaves e argumentos fortes.
Pessoas assertivas vão direto ao ponto, mas com tato. Elas resistem às tentativas de manipulação, e se posicionam de maneira firme, decidida e convincente, sem ser autoritárias ou prejudicar relacionamentos.
Pessoas assertivas são diretas sem ser rudes; utilizam da sua força moral, da qualidade de seus argumentos e de sua capacidade de síntese para ir direto ao ponto, sem rispidez.
Assertividade, autenticidade e transparência caminham juntas, mas devem sempre ser orientadas por um profundo respeito às outras pessoas.
Para ser mais assertivo, eleve a autoestima, desenvolva autoconfiança, pratique a empatia e a objetividade.
Pessoas assertivas demonstram credibilidade e são percebidas como altamente significativas em função da sua autenticidade, objetividade e habilidade de argumentação.
Assertividade é uma virtude pessoal que demonstra maturidade e segurança.
Um grande abraço e até a próxima!
Carlos Hilsdorf
(Trecho do livro 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira)

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Cinco lições para a vida

                                  
Cinco lições para a vida
O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, o garoto perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco, vovó? Por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e respondeu ao neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Já que é bastante atento e curioso, prestou atenção que estou escrevendo a lápis?
- Sim, por que não usa uma caneta? – perguntou o garoto.
E a avó respondeu:
- Gosto de escrever a lápis, pois o lápis tem algumas qualidades importantes, que podem nos servir de grandes lições. Há cinco qualidades nele. Cinco lições para a vida. Se você aprender com elas, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
PRIMEIRA LIÇÃO: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.
SEGUNDA LIÇÃO: de vez em quando, eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas após isso, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar as dificuldades, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.
TERCEIRA LIÇÃO: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir nossos erros é fundamental para nos manter no caminho da justiça.
QUARTA LIÇÃO: de vez em quando, uma ponta se quebra. O lápis sofre. Precisamos apontá-lo para fazer uma nova ponta. Isso nos ensina que, na vida, algumas perdas são necessárias. Temos que exercer nossa compreensão e aceitação sobre os fatos que não podemos mudar.
QUINTA LIÇÃO: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços. Procure ser consciente de cada ação. Você precisa se orgulhar de cada página que escreveu na história da vida.
Compartilhei esta breve e conhecida história para refletirmos sobre seus ensinamentos.
Paz e Alegria,
Carlos Hilsdorf

sexta-feira, 25 de abril de 2014

O caso do Abacaxi

O caso do Abacaxi
João trabalhava em uma empresa há muitos anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com seus 20 anos de casa.
Um belo dia, ele procura o dono da empresa para fazer uma reclamação:
– Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Juca, que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu e foi promovido para um cargo superior ao meu.
– João, foi muito bom você vir aqui. Antes de tocarmos neste assunto, tenho um problema para resolver e gostaria de sua ajuda. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.

A contra gosto e até um tanto indignado pelo estranho pedido, o funcionário foi e voltou quase uma hora depois, pois havia aproveitado para fumar, tomar café na padaria da esquina e conversar com conhecidos que passavam.
Retornou e foi à sala do patrão:
– E aí João?
– Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.
– E quanto custa?
– Isso eu não perguntei, não.
– Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?
– Isso também eu não perguntei.
– Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?
– Não sei, não…
– Muito bem, João. Sente-se nesta cadeira e aguarde um pouco.
O patrão pegou o telefone e mandou chamar Juca. Deu a ele a mesma orientação que dera a João:
– Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor.
Juca partiu para cumprir a missão e, em oito minutos, voltou.
– E então? Indagou o patrão.
– Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para o nosso pessoal. Se o senhor preferir tem também laranja, banana e mamão. O abacaxi custa R$1,50 cada, a banana e o mamão são R$1,00 o quilo, e a laranja R$20,00 o cento. Mas como eu disse que a compra seria grande, eles me deram 15% de desconto. Aí, aproveitei e já deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo – explicou Juca.
Agradecendo as informações o patrão dispensou-o. Voltou-se para João que permanecia sentado ali e perguntou-lhe:
– João, o que era mesmo que você estava me dizendo?
– Nada sério, não, patrão. Esqueça. Com licença.
E João deixou a sala.
Moral da história: Hoje, se quisermos ir mais longe, não podemos nos acomodar.
Não se acomode. Tenha paixão! Agarre toda a tarefa com unhas e dentes e faça o melhor possível. Não esqueça: não há tarefa chata; chato é não ter tarefas.
Compartilhei este clássico exemplo para extrairmos dele a importância do esforço extra.
Um grande abraço.
Paz e alegria,
Carlos Hilsdorf

sábado, 19 de abril de 2014

A flor mais rara do mundo

                                   Carlos Hilsdorf
A flor mais rara do mundo
Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que lhe pagava muitíssimo bem e uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso. O trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo, e pouco sobrava para a família.
Um dia, seu pai, um homem muito sábio, deu a ela uma flor muito cara e raríssima, da qual restava apenas um único exemplar em todo o mundo. E disse a ela:
- Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina! Você terá apenas de regá-la e podá-la de vez em quando, às vezes conversar um pouquinho com ela, e ela dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas cores.
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, o trabalho consumia todo o seu tempo e a sua vida, não permitindo que ela sequer cuidasse da flor. De volta à sua casa, ela olhava a flor, que ainda estava lá, não mostrando sinal de fraqueza ou fragilidade. Apenas estava lá, linda e perfumada. Então ela passava direto.
Até que um dia, mal entrara em sua casa, a jovem leva um susto! Sem mais, nem menos, a flor morreu. Suas pétalas estavam murchas e escuras, suas folhas, ressecadas. A jovem chorou muito e contou a seu pai o que havia acontecido.
Seu pai então respondeu:
- Eu já imaginava que isso aconteceria e não posso te dar outra flor, porque não existe mais outra igual a essa no mundo. Ela era única, como seus filhos, seu marido e sua família.
Assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre colorida e perfumada, e se esqueceu de cuidar dela.
A relação com as pessoas que nos amam é como a flor: você deve aprender a cultivá-la, dar atenção a ela diariamente. Cuide das pessoas que você ama!
Compartilhei esta conhecida mensagem para refletirmos sobre seu precioso ensinamento. Tudo que existe precisa ser diariamente alimentado se desejarmos que continue a existir.
Um grande abraço.
Paz e alegria,
Carlos Hilsdorf
Página oficial: Carlos Hilsdorf

A princesa e o mendigo

         Carlos Hilsdorf
A princesa e o mendigo (vale a pena ler)
Havia uma linda princesa chamada Noa. Todos os dias, quando o sol estava para se pôr, ela cantava em gratidão por mais um dia. E todo o reino silenciava para ouvir sua linda canção. Todos sentiam uma grande paz. As crianças amavam a voz de Noa. Sua voz era um símbolo de amor dentro do reino.
Um dia, a voz de Noa silenciou. Noa não conseguia falar e nem cantar, e ninguém sabia o motivo. O rei, muito preocupado, pediu ajuda a todos os sábios do reino na tentativa de recuperar a voz da filha. Alguns traziam receitas caseiras, ervas consideradas milagrosas, outros a benziam. Mas nada surtia efeito e, assim, o reino caiu em profunda tristeza.
E o tempo foi passando... Noa não era mais vista ao entardecer, e o rei estava em prantos pela dor de sua filha. Mas, numa noite fria, o rei ouviu batidas na porta do castelo. Ele próprio decidiu abri-la, quando viu um pobre mendigo a pedir por comida:
- Senhor dá-me de comer, tenho muita fome.
O rei, vendo o pobre homem, ordenou que dessem de comer ao mendigo. E então o mendigo disse ao rei:
- És um homem tão bondoso! Deste-me de comer quando eu mais precisava. Como posso retribuir tamanha generosidade?
- Não há nada que possas fazer. O meu maior desejo, ninguém pode realizar. Vá com Deus.
E assim, o mendigo saiu do castelo muito agradecido.
No dia seguinte o rei ouviu Noa chamá-lo. Subiu às pressas a escadaria do castelo e não acreditou ao ver que ela havia recuperado a voz. E o reino inteiro festejou pelo milagre ocorrido com Noa. Poderiam ouvir sua voz ao entardecer e os dias seriam felizes novamente. E o rei, em sua tamanha alegria, começou a questionar quem teria feito tal milagre. Foi quando lembrou-se do mendigo que esteve em seu castelo na noite anterior. Ele tinha um olhar diferente quando falou em retribuir ao rei pela comida dada.
- Procurem aquele homem, porque se foi ele quem fez tal milagre, devo agradecer-lhe.
Então, saíram em busca do mendigo e o encontraram na floresta.
- És o mendigo que o rei procura? E o mendigo falou:
- Como está o rei?
- Então és tu quem realizou o milagre? Como conseguiste?
- Nada fiz senhor. Apenas pedi a Deus, com amor, que desse ao rei o que faltava-lhe. E quando pedimos com amor, nem mesmo Deus pode nos negar, pois sendo Ele o Amor, como poderia contrariar o Seu próprio pedido?
Compartilhei esta conhecida mensagem para que possamos refletir sobre seu precioso ensinamento.
Um grande abraço.
Paz e alegria,
Carlos Hilsdorf

quinta-feira, 17 de abril de 2014

O menino e o cãozinho

            Carlos Hilsdorf
Um menino entrou numa loja de animais e perguntou o preço dos filhotes.
- Entre 200 e 300 reais - respondeu o dono.
O menino puxou uns trocados do bolso e disse:
- Mas eu só tenho 10 reais. Será que poderia ver os filhotes?
O dono da loja chamou Lady, a mãe dos cachorrinhos, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pelo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, com dificuldade, mancando.
O menino apontou o cachorrinho que mancava e perguntou:
- O que é que há com ele?
O dono da loja explicou que ele tinha um problema no quadril e andaria daquele jeito para sempre. O menino se animou e disse com enorme alegria no olhar:
- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!
O dono da loja estranhou e disse rindo:
- Não, você não vai querer comprar esse filhote com defeito... Mas se quiser ficar com ele, eu te dou de presente.
O menino emudeceu por um instante. Respirou, olhou para o cãozinho e para o dono da loja e falou:
- Eu não quero que você me dê, pois esse cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros. Eu vou pagar tudo. Na verdade, eu te ofereço 10 reais agora e 1 real por semana, até completar o preço.
Surpreso, o dono da loja falou:
- Mas este cachorrinho nunca vai poder correr, pular e brincar com você...
Então, o menino levantou lentamente a perna esquerda da calça, deixando à mostra a prótese que usava para andar.
- Veja, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.
Compartilhei esta linda mensagem para refletirmos sobre o seu ensinamento.
Paz e alegria,
Carlos Hilsdorf
PÁGINA OFICIAL: Carlos Hilsdorf

CARTA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO !

À VOCÊ : ESCREVO ESTA CARTA PARA LHE DIZER QUE SINTO A SUA FALTA . CONTEI MINHAS OVELHAS E NOTEI QUE FALTAVA UMA : VOCÊ. PORQUE FOI EMBORA?...