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terça-feira, 15 de outubro de 2013

OS CRITÉRIOS DE DEUS ...

Os critérios de Deus…

…são os critérios que precisamos adotar para tomar decisões corretas.
Quando Deus falou com Abrão pela primeira vez, sem rodeios, deu-lhe uma ordem somente e usou quatro (4) critérios: 1- Que saísse de sua terra; 2- Que saísse do meio de seus parentes; 3- Que saísse da casa de seu pai; 4- Que fosse para o lugar onde, posteriormente, Deus lhe mostraria. Ora, disse o Senhor a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei (Gênesis 12.1).
Não havia como ser mais discriminada a direção que Deus dera a Abraão:
- Era preciso sair de seu país; não era para mudar um pouco somente ou para a direita ou para a esquerda; era para sair de uma vez da terra onde morava.
- Tinha que sair do meio dos parentes dele; mudar as companhias que lhe eram próximas e habituais para ter experiências com pessoas desconhecidas sem afinidade sanguínea.
- Teria que deixar também a casa de seu pai; deixaria, assim, de ser dependente e passaria a assumir os riscos dali para frente.
- O último critério, o mais difícil de ser seguido – em minha opinião – longe de caracterizar uma aventura, o que menos traz motivação, foi o de ir para um lugar que Abraão nem sabia onde era. Deixar tudo o que Deus requeria e partir para um lugar conhecido, melhor, mais agradável e mais vantajoso seria uma coisa, mas… Partir para um lugar onde ele nem conhecia, aliás, nem sabia qual era o país, como eram as pessoas de lá, não era fácil! Facilidade, no entanto, foi algo que não fez parte da vida de Abraão mesmo.
Abraão podia ter questionado e exigido saber de Deus onde era o lugar que ele deveria ir, o que lhe possibilitaria comparar a vida do momento com a futura e fazer uma análise se valeria a pena ou não.
Poderia ter pedido que não fosse tão longe o lugar, pois onde morava não tinha ocorrências de ordem alguma.
Poderia também ter-Lhe pedido para permanecer no meio dos parentes. Desta forma, Abraão estaria usando os próprios critérios para decidir, pois, ele poderia optar por estes ou pelos critérios de Deus.
Quanta inteligência! Abraão decidiu radical e peremptoriamente fazer o que Deus mandara começando, então, muitíssimo bem a própria história. Com tão forte decisão, Abraão dá o próximo passo e não me refiro à compra de um sapato, um celular, um carro ou uma casa. Refiro-me a uma mudança de vida que começou e nunca mais parou de acontecer com Abraão.
Observe que a mudança de Abraão não foi iniciada por Deus, foi sim, iniciada por ele mesmo.
A Palavra de Deus, assim como foi com Abraão é hoje o critério que Deus usa para a mudança da vida de todos nós. Abraão ouviu a Deus e escolheu seguir a direção do Altíssimo, por isso, foi abençoado por onde passou e em tudo que fez sempre.
Hoje a Palavra é pregada e os critérios de Deus são transmitidos às pessoas que seguem, outras que ouvem e não os usam; e outras que usam alguns, os mais fáceis, os que não exigem sacrifícios, porém… Pela metade não há mudanças. Fazer a vontade de Deus pela metade é enganar a si mesmo e apenas criar falsas expectativas de mudança ou apenas argumentos para justificar derrotas.
Se Abraão tivesse feito questionamentos e diminuído o sacrifício que dependia – naquele momento – apenas dele, não teria vivido mudanças tão grandes com bênçãos sem limites!
Você tem uma bênção nas mãos se meditar neste texto, pois pode se voltar para Deus, ouvir Sua Palavra e em vez de decidir sua vida pelos próprios critérios, fazer diferente, obedecer a Deus e atender a todos – não a alguns – critérios que Ele usa para direcionar sua vida para o sucesso.
Depois da ordenança, Deus fez a Abraão sete Promessas que lhe mudaram a vida. Ele viveu todas elas, mas, somente depois de ter mudado ante-
riormente.
Mudança de vida começa em você, como começou com Abraão. Só depois de você atender os critérios de Deus e mudar o que Ele lhe determina que seja mudado, Ele entrará em ação mudando, sobrenaturalmente, sua vida.
Em nome de Jesus, determino que você se situe com este exemplo de Abraão; que ele o tenha ajudado; que o fortaleça e o conduza à mudança que precederá o grande sucesso. Amém.

Bispo Anderson Cassin

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

TEMER É COMUM ,MAS TEMER A DEUS FAZ A DIFERENÇA !!

No percurso de nossas vidas, muitas coisas nos causam temor. São temores e medos específicos da faixa etária. Tipifico apenas alguns, como ilustração: ainda na primeira infância, o bebê chora quando a mãe sai do seu campo de visão; tem medo de perdê-la. O bebê tem medo de buzinas, de trovões e de estranhos entre outros.

Na segunda infância, a criança se arrisca a desafios e sente medo de cair, de ir além das próprias possibilidades. Na terceira infância, a criança tem medo de entrar sozinha num grupo, em ser rejeitada, agredida.
Na puberdade e adolescência, fase escolar acentuada, muitos temores têm relação com os objetivos educacionais e com os pais: medo em decepcioná-los, medo de que percam o investimento feito, medo a de que admiração seja abalada e cause compensações negativas, como deixar de ganhar presente no Natal, ficar de castigo, ser reprovado no final do ano.
Na juventude, acredito que o temor se torne mais complexo. Além da família, existe um universo de pessoas para se fazer escolhas para o convívio. Os temores se dividem entre escolhas e em relação ao futuro, o sucesso ou não familiar, sentimental, financeiro, profissional e pessoal.
Na fase adulta, muitos temores foram vencidos, outros foram carregados na marra por falta de orientação, de apoio e de força para serem superados e continuam presentes causando problemas internos e externos. A verdade é que sempre teremos temores que vêm e se vão. Alguns ficam e têm forte influência sobre a vida num todo.
Uma das figuras mais importantes da história da humanidade é Abraão. Homem comum como todos nós, teve também ao longo da vida os seus temores.
Dentre os medos Abraão, cito o temor dele em não ter um filho a ponto de questionar Deus sobre se seria o mordomo Eliezer o herdeiro dele. Abraão sentiu medo que a esposa Sara lhe fosse tirada e tomada como esposa por Abimeleque; de medo, mentiu e agiu de forma errada.
Abraão sentiu medo que o sobrinho Ló não fosse poupado na destruição de Sodoma e Gomorra. Sentiu temor também ao mandar o filho Ismael embora, momento em que o Senhor precisou confirmar-lhe que era a melhor de- cisão.
O grande Abraão teve medo que seu filho Isaque viesse a se casar com uma mulher incrédula.
São muitos os temores que Abraão sentiu, porém, o temor que mudou a vida de Abraão foi o temor de desobedecer e desagradar a Deus; por causa desse temor, ele não negou o único filho a Deus. Não estendas a mão contra o menino e não lhe faças mal. Agora sei que temes a Deus (Gênesis 22.12). No final doversículo 16, o Senhor diz a Abraão: … Por isso te abençoarei.
Abraão ponderou o que era mais importante na vida dele: perder o filho único em quem se cumpriria todos os projetos de vida ou perder o que tinha com Deus.
O Senhor pôs Abraão à prova para saber se o que ele tinha com Deus era apenas interesse em manter uma vida estável, abençoada, ter os projetos pessoais e familiares cumpridos ou se o que ele necessitava era da presença e comunhão com Deus. Abraão “escolheu” temer a Deus e por isso foi abençoado.
O temor a Deus fez toda diferença na vida de Abraão e faz toda diferença na vida de todos nós, pois está escrito na Palavra: O princípio da sabedoria é temer a Deus. Sendo assim, temer a Deus é ser sábio, e, viver com sabedoria traz paz, benção de Deus e felicidade.
Abandone os medos e temores que estão te amarrando e desenvolva o temor que é o princípio da sabedoria, o temor a Deus. Esse leva à felicidade.
Decida viver feliz, no temor de Deus, em nome de Jesus. Amém.

CARTA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO !

À VOCÊ : ESCREVO ESTA CARTA PARA LHE DIZER QUE SINTO A SUA FALTA . CONTEI MINHAS OVELHAS E NOTEI QUE FALTAVA UMA : VOCÊ. PORQUE FOI EMBORA?...