JESUS TE AMA MUITO ! LEIA AS MENSAGENS DO CORAÇÃO DE DEUS PARA SUA VIDA !Este blog tem o objetivo postar mensagens cristãs , de desenvolvimento pessoal e profissional para você na internet .Sempre com intuito de melhorar sua vida em todas as áreas.Entre sempre terá mensagens do coração de DEUS para você e seus amigos !Que DEUS abençoe todos os internautas que nos visitam com intuito de crescer espiritual e pessoalmente !
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Vale a pena ler ! Muito lindo !
O telefone tocou...
- Alô?
- Alô. Luciano?
- Sim. Quem é?
- Não conhece mais a minha voz?
- Não estou conseguindo identificar. Quem está falando?
- Nossa, como foi fácil pra você me esquecer... Acho que não tivemos muito significado...
- Nathasha?!
- Oi...
- Que surpresa você me ligar! Pra quem disse que queria me esquecer para sempre...
- Vai ofender? Eu desligo!
- Fique à vontade, querida. Quem ligou foi você mesmo...
- Não, espere, não vou desligar. Desculpe. É que estou aborrecida, só isso.
- Tá. E o que você quer?
- Nada. Eu só queria ouvir sua voz.
- Só? Então já ouviu. Mais alguma coisa?
- Espere, pare de ser grosso. Não, desculpe, não desligue. É que eu estou me sentindo muito sozinha.
- Foi você quem quis assim, querida. Sorva do seu próprio veneno.
- Realmente você não muda. Só sabe acusar...
- Bom, vou desligar. Tchau...
- NÃO, PELO AMOR DE DEUS, não desligue, espere, preciso te dizer algo...
- Fala logo, Natasha. Tenho que trabalhar.
- Eu estava errada. Me perdoe.
- ERRADA? Você estava errada? Tem certeza disso? Será que não é um pouco tarde pra dizer isso?
- Mas agora eu reconheço...Por favor, amor, me perdoe!
- Agora? Depois que você acabou comigo, querida? Até hoje eu pago o mico do papelão que você me fez passar... Convites distribuídos, acampamento alugado, comida encomendada, viagem paga, meu casamento com você, tudo perdido... (Luciano suspira). Sofri, sofri mesmo. Queria matar você! Droga, por que eu tive que amar você? Mas tudo bem. Já faz dois anos... Ah, meu Deus, dois anos...
- Luciano, pelo amor de Deus, me perdoe!
- Pra que você quer o meu perdão? Você nem ligou pra dizer que já estava com outro cara. Pra que perdão? Vai viajar com ele, vai viver com ele, meu bem... Só me deixe em paz, por favor!
Luciano chora baixinho.
Sem se dar conta, Luciano percebe uma pessoa na porta do escritório.
Era ela. Natasha estava olhando pra ele. Ela falava do celular.
Luciano fica perplexo, alegre e triste - ela está linda, belíssima, muito elegante. Mas seu rosto está abatido, cansado, doente. Na mão tinha uma sacola. Aproximou-se da mesa de Luciano, e, com olhos lacrimejantes, desligou o celular, olhou para ele e disse:
- Oi, amor.
- Oi, Natasha. Pare de me chamar de amor. Você tá um caco, filha!
Olhos baixos, Natasha começa a tirar da sacola algumas coisas: uma caixa do correio com um CD do Demmis Roussos, que Luciano havia enviado de presente no aniversário, uma boneca de porcelana numa casinha de papel, um celular pré-pago, alguns livros devocionais, uma bíblia de Genebra e um pacote de fotografias. Luciano a observava, perplexo, triste, e via as lágrimas de Natasha molharem a fórmica da sua escrivaninha. Cada objeto tirado era uma facada no coração sofrido de Luciano. Algumas coisas lhe custaram caro, ele fizera grande esforço para pagá-las. Mas, pensava ele, se era pra ela, valeria à pena o esforço. Quando tudo terminara, ele se arrependera de tanto gasto desperdiçado...
- Pensei que você havia jogado fora as coisas que lhe dei, Natasha...
- Eu nunca me esqueci de você, Luciano. Eu errei. Errei muito, me perdoe...
Luciano, jovem advogado, lutador com as interpéries da vida, sabia que Natasha poderia estar mentindo, como tantas outras vezes, quando namoravam e mesmo quando eram noivos. Mas havia um quê de diferente no olhar vermelho de Natasha.
- Por que você veio hoje aqui, Natasha? Deu a louca? O que te traz aqui?
- Natasha suspirou, chorou, recompôs-se e disse:
- Estou com câncer, Luciano...
- CÂNCER? Luciano petrificou-se.
- Sim, amor, eu vim me despedir. Saí do hospital à força, pra falar com você e pra morrer em casa...
Luciano não esperava por essa. Veio-lhe à memória uma de suas discussões, onde Natasha, na hora do nervoso, dissera: "E daí, Luciano? Que se dane a igreja, que se dane o pastor, que se dane você, e se Deus achar que estou errada, que me castigue..." Nossa, era como se a cena passasse de novo na mente de Luciano.
- Como foi, Natasha?
- Depois que eu deixei você, amor, fui caindo no abismo, afastei-me do Senhor, fui morar com o André, abandonei a Cristo. Eu estava cega. Mas Deus me amava, Luciano. Se eu não fosse dEle, estaria numa boa agora, bem com o André, bem comigo e pronta pra ir pro Inferno. Mas, por amor, Deus veio corrigir-me. Ele repreende e castiga a quem ama. Ele me ama, Luciano! Estou doente. Mas estou bem, porque estou podendo vir até você pra pedir perdão! Nunca fui feliz, nunca tive paz, saí de casa com 3 meses de vida a dois. O André me batia, me traía, eu fugi.
- E ele não foi buscar você de volta?!
- O André foi assassinado, Luciano. Tráfico de drogas.
Luciano estava perplexo.
- Luciano, estou voltando pro Senhor, estou me preparando pra partir. Mas tenho que receber o seu perdão, amor! Sei que nunca irei compensar o que lhe fiz, mas... por favor... ME PERDOA, AMOR!
Luciano olhou para aquele resto de mulher - outrora tão orgulhosa, ostentando tanta beleza e auto-suficiência, confiando tanto em seu corpo e em sua fulgurante beleza, e agora, bonita ainda, mas notadamente pálida, enferma, cheia de hematomas nos braços, pescoço e pernas, e triste, profundamente triste, a implorar-lhe perdão para morrer em paz!
Cena patética! Ali estava quem Luciano mais amara na vida, quem mais o fizera sofrer, a depender de uma palavra apenas, para morrer em paz!
"Hora da vingança", veio-lhe à mente. Claro, agora seria a hora da revanche! Mas Luciano era um moço crente, de bom coração, e seria incapaz de reter a bênção para aquela a quem tanto amara e que, infelizmente, ainda tanto amava e tanto o fazia sofrer...
Quer que eu perdoe você, Natasha?
SIM, PELO AMOR DE DEUS, Luciano! Nunca mais tomei a Ceia do Senhor, nunca mais louvei ao Senhor com alegria, nunca mais fui membro de igreja, não agüento mais! Aceito as conseqüências, mas, por favor, diga que me perdoa!
Enxugando as lágrimas, refazendo-se, Luciano olhou-a no fundo dos olhos, tomou as suas duas mãos, que estavam frias como as de um defunto, e lhe disse, num terno sorriso misericordioso:
Querida: desde que você foi embora eu já havia lhe perdoado. Mas, se você quer escutar e sentir paz, ouça-me: EU PERDÔO VOCÊ POR TUDO QUE ME FEZ. VOCÊ ESTÁ LIVRE EM NOME DE JESUS!
Natasha tremeu. Gritou "aleluia", sorriu, chorou, e caiu desmaiada.
Logo o assistente de Luciano veio ajudá-lo, e, colocando-a no carro, levaram-na para o hospital. Luciano tinha o telefone de toda a família ainda, ligou e avisou. Em uma hora todos estavam ali na recepção, tristes, aflitos, alguns desesperados. Chegou o pastor. A família implorou-lhe que fosse até a UTI orar com ela. O pastor, que conhecia o Luciano, olhou bem pra ele, pensou, fechou os olhos em oração, e, a seguir, falou:
Quem tem que entrar é o Luciano. Vá lá, Luciano. Eu conheço o diretor da UTI, pedirei autorização.
EU, PASTOR?
Sim, filho. Ela é o seu amor.
FOI, PASTOR...
Não, filho. Deus o uniu a ela novamente, ainda que seja na despedida.
Luciano não sabia o que fazer. A família, desconsolada, chorava, mas a mãe, certa do que tinha que ser feito, empurrou o Luciano até a porta, dizendo: "Vai, filho, corre, antes que seja tarde!"
Ah, aquele corredor que dava para a UTI parecia não ter fim! Cada passo dado era uma lembrança: o primeiro beijo, a primeira maçã-do-amor, o primeiro jantar, o primeiro por-do-sol juntos; o dia em que viajaram num encontro missionário, o dia em que foram juntos à praia e que ele deu de presente a primeira rosa! O jantar de noivado, os telefonemas, tudo. Não sobraram recordações da tragédia, da traição, do desprezo. Na verdade quem ama guarda as más experiências numa sacola furada. E Luciano fez assim.
Vestido com o jaleco, a máscara e o sapato de pano, Luciano entrou.
Vários boxes onde pessoas definhavam. Lá estava Natasha, no número 6. Estava no respirador artificial, cuja sanfona funciona como um pulmão e faz um barulho horripilante. Estava linda, mas totalmente ligada a aparelhos, notadamente cansada, em coma, morrendo. Luciano sentiu sua dor. Chorou. Tremeu. Segurou forte a mão de sua amada.
Pensou em Cristo, que dera a vida pela noiva, pensou em Oséias, que aceitou a esposa adúltera novamente, pensou em Deus, que tantas e tantas vezes tratou a Jerusalém com compaixão. Quem era ele para não perdoar? Quem era ele para não acolher?
Então orou.
"Senhor, o que posso dizer? Minha garota está morrendo! Ex-garota, claro. Mas mesmo assim está doendo, Pai! E eu sou impotente diante de tudo isso! Essas máquinas, esse cheiro de éter e de carnes inflamadas, esse barulho infernal, meu Pai, o que posso dizer? Que deixe a minha garota morrer em paz? Sim, Senhor, leve-a para a tua glória! Eu a amo! Mas sei que tu a amas mais do que eu! Abençoa a Natasha. Em nome de Jes...
Subitamente Luciano pensou em completar a oração com o seguinte pedido:
"Mas, Senhor, se ainda houver um espaço para ela viver para ti, recuperar parte do tempo perdido, se na tua infinita misericórdia não for demais, por favor, Senhor, cura a tua serva. Ela já sofreu bastante, ela aprendeu, Senhor. Até eu, que fui o mais ofendido, já a perdoei! Por favor, Senhor, se der, devolve-lhe a vida! Mesmo que não seja pra viver comigo. E agora sim, em nome de Jesus. Amém".
Por favor, me avisem - disse Luciano aos familiares - , me avisem quando tudo terminar. Quero estar presente.
E foi embora. Tirou a tarde para viajar, seu hobby preferido: foi pra uma cidadezinha próxima, ver o pôr-do-sol.
PARTE FINAL
No caminho, ao longo da rodovia, seus pensamentos corriam mais que o vento: por que tudo isso estaria acontecendo? As coisas não poderiam ter sido mais fáceis? E agora? Ele, no carro, ela no hospital, a lembrança daquelas máquinas monstruosas de prolongar a vida não lhe saíam da memória... As lágrimas corriam, misturadas à poeira do vento seco do caminho.
Revoltado com tudo isso, parou o carro no acostamento. Encontrou uma estradinha de terra. Devagar, como a seguir um féretro, entrou pela rota dos sitiantes. Subiu devagar a montanha, encontrou um mirante.
Parou, abriu a porta, e, num grito de dor e lamento, chorou. Ah, como chorou! Seu pranto escorria pela porta do carro. Os pássaros, assustados, aquietaram-se nas árvores, contemplando aquele misto de dor e revolta. Parecia que todo o mundo fazia silêncio em respeito a tanta dor.
Deus, por que? Por que? Por que? Por que tive que amá-la? Por que tive que vê-la? E agora, Senhor, o que fazer? E se tu a levares? O que será de mim? Eu já estava quase esquecendo, Senhor! Agora tudo volta a doer! Senhor, Senhor...
Cansado de tanto chorar, entrou no carro e deitou-se, estendendo o banco para o fundo. Travou a porta, colocou uma fita de música clássica e desfaleceu. Ali estava um moço de valor, que amava e que lutava entre sua vontade e a vontade de Deus.Sonhou durante o sono, no delírio da febre. Sonhou estar na igreja.
Viu o pastor a pregar, e, ao seu lado estava Natasha, bonita e sorridente. Lá do púlpito o pastor dizia: "Aquele que amar mais à sua mulher, mais do que a mim, não é digno de mim - palavras de Jesus!" E, aos poucos, o sorriso de Natasha foi sendo coberto por uma neblina e desaparecia. Assim acordou.
Assustado e cônscio de que Deus falara com ele, pôs-se a orar, dizendo:
Senhor, sei que é difícil, mas tenho que fazer isso. Confesso que estou revoltado, ó, Pai. Quero fazer a minha vontade, não a tua. Eu não estou conseguindo aceitar a tua vontade, caso seja a de levá-la embora! Sei que estou errado, Senhor, e sei que é isso que quisestes me falar. Senhor, sou teu servo e quero te obedecer. Se irás tirar a
Natasha mais uma vez, tira-a, apesar de mim. Por mais que isso doa,
Senhor, prefiro assim: não quero perder-te Senhor. Só me ajude e console o meu coração... Tu sabes o que será melhor para ela, e também melhor para mim. Em nome de Jesus, amém.
Voltou a dormir.
Toca o celular.
Alô?
Luciano?
Sim, sou eu.
Aqui é o pastor, filho. Como você está?
Bem mal, pastor. Mas sobrevivendo...
Eu orei por você, garoto. Pedi a Deus para lhe fazer suficientemente forte para renunciar, se preciso for. Você quer conversar sobre isso?
Pastor - disse, sorrindo o rapaz, - já o ouvi pregar agorinha mesmo no sonho, já renunciei a Natasha. Está doendo, mas estou em paz.
Obrigado.
Ótimo. Então volte pro hospital, Luciano. A Natasha acordou e saiu do estado crítico. Ela quer ver você...
O QUE??? SÉRIO, PASTOR?
Séríssimo. Vem com calma, mas acelera, filho...
Não levou hora e meia e Luciano estava entregando a chave do carro pro manobrista do hospital.
E a Natasha? , perguntou à mãe dela.
Filho, corre, ela está chamando por você! Vai, filho! Deus está agindo! Eu já a vi, mas ela teima que quer ver-lhe!
Agora o corredor do hospital era longo demais para ele. Se pudesse, daria três passos em um, para chegar mais rápido e contemplar o rosto de sua amada. Seu coração estava disparado, pensava no que ouviria e no que diria. O suor lhe escorria pela face e as vistas estavam enfumaçadas. Correu a vestir o jaleco, o sapato de pano, as luvas e a máscara. Box 06. Lá estava ela, e três médicos
palestrando. Ao olharem o rapaz, perguntaram:
Você é o Luciano?
Sim, doutor, sou eu. Por que?
Converse um pouco com ela. Ela gritou o seu nome por mais de meia hora e nos deixou quase loucos! Isso é que é amor! Mas seja breve, ainda não entendemos essa súbita melhora. Temos que medicá-la novamente.
Aproximou-se do leito. Os lábios de Natasha estavam sangrados, a boca ferida, canos haviam saído da garganta, o pescoço estava com fios, braços e pernas com soro, sondas, enfim, uma cena dramática, mas não tanto quanto na última vez. Pelo menos o respirador artificial estava desligado, e em silêncio...
Lu..cia..no.. me.u...a..mor....
Fala, querida, eu estou aqui!
Je..sus....veio..a..qui! Eu..vi!
Luciano deixou as lágrimas verterem de seus olhos, lágrimas quentes e profundas.
Você estava sonhando, querida.
Nã..ão, meu ..a..mor, Je..sus veio...me di..zer.. uma..coi..sa!
Um tanto alegre, mas também incrédulo, Luciano pergunta:
E o que Jesus lhe disse, amor?
Dis.se...que.. vo..cê..me ama..va e..que..es.ta...va... (cof! cof!) es..ta..va. orando lá..num sí..tio.. por..mim...e ..lu..tan..do ...para me renun..ciar..
Luciano gelou. Natasha completou:
E..le.. me..dis..se..que..a.ceitou..a.sua..or.a..ção!
Agora ele estava arrepiado. Não só isso, ele estava com as pernas totalmente moles e adormecidas, num misto de medo e perplexidade.
E sobre você, amor, ele disse alguma coisa?
Dis.se..pa..ra....que..eu não ...pe..casse.. de nno..vo... - Natasha adormeceu.
Natasha!!! Natasha!! Não morra!!!
Calma, garoto - disse o médico - ela só adormeceu. Fique tranqüilo, mas saia agora, temos que seguir os procedimentos necessários.
E assim foi.
Natasha saiu do hospital em 20 dias. Sem explicação convincente, os médicos quiseram impetrar a si mesmos um erro de avaliação e diagnóstico,dizendo que pensaram que havia câncer onde nada existia, mas não sabiam explicar as dúzias de exames, de biópsias, de ressonâncias e de quimioterapias feitas. Claro, grande parte da medicina desconhece o poder de Deus, a misericórdia do Altíssimo. E um câncer desaparecido tem que parecer um mero "erro médico". Mas o milagre acontecera de fato...
Outra tarde, fim de expediente no escritório de Luciano, Natasha de pé em frente à escrivaninha de trabalho dele.
Luciano, de agora em diante eu viverei cada dia como um milagre do
Senhor, e viverei apenas e tão-somente para a glória Dele.
Que bom, Natasha! Espero que você seja feliz! Orarei sempre por você!
Luciano...
Fale, querida.
Quero pedir só mais uma coisa.
Se eu puder atender...
Eu quero me casar com você e ser a sua mulher, a sua companheira, e servir ao Senhor ao seu lado. Eu te amo! Me perdoe por tudo que fiz!
Era tudo o que o rapaz queria ouvir. Sorridente, abriu a gaveta da escrivaninha e tirou uma linda boneca de porcelana, numa casinha de papelão, idêntica à primeira, presenteada quando começaram a namorar. Levantou-se, entregou-lhe a boneca, abraçou sua amada pela cintura, trazendo-a para junto de seu rosto, e lhe disse, com um brilho jamais visto em seu olhar:
Eu perdôo você e quero recebê-la como minha esposa, meu amor. Eu te amo!
Também te amo, querido!
Não se podia descrever o que era mais bonito e brilhante; se o brilho do sol da tarde, clareando toda a sala pelas vidraças, ou se o brilho do beijo de Natasha e Luciano, ao som da mais linda música que o mundo pode ouvir: o palpitar de dois corações apaixonados.
Aliás, apaixonados por Deus primeiramente, e, por causa do Senhor, apaixonados um pelo outro...
Pastor Wagner Antonio Araújo
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Urgente, Nota de Falecimento
Ela morreu!
Sim! Com tristeza recebi a noticia que uma igreja local morreu. Logo ela que era tão pungente e compromissada com a verdade, que pregava o evangelho e que vivia para a glória de Deus morreu. Mas o que aconteceu? Porque essa igreja chegou a óbito? O que a levou a morte? O que fez com que a vida cessasse entre os seus membros?
Os "médicos" foram categóricos em afirmar que foram um conjunto de fatores que mataram a igreja, senão vejamos:
1- O esquecimento da oração. Essa igreja morreu pois não orava mais. Seu pastor não orava, os diáconos não oravam, o povo não orava.
2- O abandono das Escrituras. Isso foi letal! Do púlpito dessa igreja só se falava de prosperidade, saúde e vitória financeira. A Bíblia, pobre Bíblia foi abandonada numa estante empoeirada do gabinete pastoral.
3- O abandono do estudo bíblico. Essa igreja não estudava mais a Palavra de Deus, na verdade, ela só ensinava o "evangelho" da auto ajuda, onde o mais importante era a satisfação do cliente.
4- A relativização do evangelho. Essa igreja morreu porque relativizou a mensagem da cruz trocando as boas novas de Cristo pelo evangelho social.
5- A falta de amor pelos perdidos. Essa igreja morreu porque deixou de amar os de fora, passando a viver uma vida voltada e focada em si mesma.
6- Deixou de ser cristocêntrica. Isso foi determinante! Essa igreja morreu porque Cristo deixou de ser o seu Senhor.
O sepultamento acontecerá em breve, todavia, se houver arrependimento, confissão de pecados e regresso as Escrituras o Senhor Todo-poderoso ressuscitará essa igreja.
Pense nisso!
Fonte: Renato Vargens
Sim! Com tristeza recebi a noticia que uma igreja local morreu. Logo ela que era tão pungente e compromissada com a verdade, que pregava o evangelho e que vivia para a glória de Deus morreu. Mas o que aconteceu? Porque essa igreja chegou a óbito? O que a levou a morte? O que fez com que a vida cessasse entre os seus membros?
Os "médicos" foram categóricos em afirmar que foram um conjunto de fatores que mataram a igreja, senão vejamos:
1- O esquecimento da oração. Essa igreja morreu pois não orava mais. Seu pastor não orava, os diáconos não oravam, o povo não orava.
2- O abandono das Escrituras. Isso foi letal! Do púlpito dessa igreja só se falava de prosperidade, saúde e vitória financeira. A Bíblia, pobre Bíblia foi abandonada numa estante empoeirada do gabinete pastoral.
3- O abandono do estudo bíblico. Essa igreja não estudava mais a Palavra de Deus, na verdade, ela só ensinava o "evangelho" da auto ajuda, onde o mais importante era a satisfação do cliente.
4- A relativização do evangelho. Essa igreja morreu porque relativizou a mensagem da cruz trocando as boas novas de Cristo pelo evangelho social.
5- A falta de amor pelos perdidos. Essa igreja morreu porque deixou de amar os de fora, passando a viver uma vida voltada e focada em si mesma.
6- Deixou de ser cristocêntrica. Isso foi determinante! Essa igreja morreu porque Cristo deixou de ser o seu Senhor.
O sepultamento acontecerá em breve, todavia, se houver arrependimento, confissão de pecados e regresso as Escrituras o Senhor Todo-poderoso ressuscitará essa igreja.
Pense nisso!
Fonte: Renato Vargens
sábado, 25 de janeiro de 2014
A Grande Prova de Abraão
Uma das histórias mais tocantes da Bíblia encontra-se no capítulo 22 deGênesis. Ali é narrado o episódio em que Deus ordenou a Abraão que tomasse seu único filho, Isaque, e o levasse ao Monte Moriá, para sacrificá-lo em holocausto.
Logo na manhã seguinte, Abraão partiu levando consigo dois servos e Isaque. Ao avistar o lugar que Deus havia indicado, Abraão seguiu jornada acompanhado somente do filho. Podemos imaginar o intenso sofrimento do grande patriarca. Enquanto caminhavam, o menino perguntava: "Meu pai! As brasas e a lenha estão aqui, mas onde está o cordeiro para o holocausto?”. Ao que Abraão respondia: "Deus mesmo há de prover o cordeiro para o holocausto, meu filho" (Gn 22.7-8).
No lugar determinado, Abraão construiu um altar, arrumou a lenha, amarrou seu filho e o deitou sobre o altar. Então, pegou a faca e, já na iminência de sacrificar Isaque, o anjo do Senhor bradou do céu: "Abraão, Abraão! Não toque no rapaz. Não lhe faça nada. Agora sei que você teme a Deus, porque não me negou seu filho, o seu único filho" (Gn 22.11-12). Em seguida, Abraão viu um carneiro preso pelos chifres em um arbusto, pegou-o e o sacrificou no lugar do menino. Então Deus renovou as promessas de fazer dele uma grande nação e de abençoar por meio da sua descendência todas as nações da terra.
Há informações interessantes ligadas a essa história. Por exemplo: o lugar em que Abraão quase sacrificou Isaque, o Monte Moriá, é ocupado hoje pelo "Domo da Rocha", um templo muçulmano erigido em 691 d.C., dentro do qual há uma saliência rochosa identificada como o lugar em que Abraão construiu o altar para o sacrifício de seu filho.
Outro fato interessante é a impossibilidade de saber se Isaque era só um menino ou se já era um jovem quando isso aconteceu. Os especialistas na língua hebraica dizem que o termo traduzido como "rapaz", em Gênesis 22.5 e 12, abrange tanto a infância como a fase da juventude.
Uma outra informação importante é dada pelo autor de Hebreus. Ele disse que Abraão se dispôs a sacrificar Isaque porque cria que Deus o ressuscitaria depois de realizado o holocausto (Hb 11.17-19). Na verdade, o próprio texto de Gênesis nos mostra Abraão dizendo aos servos: "Fiquem aqui com o jumento enquanto eu e o rapaz vamos até lá. Depois de adorarmos, voltaremos." (Gn 22.5). Parece que Abraão realmente acreditava que desceria do monte acompanhado de seu filho. Por que ele cria nisso?
A resposta é que Deus havia dito que Isaque lhe daria uma descendência e, quando o sacrifício foi pedido, Isaque ainda não tinha filhos. Abraão pensou: "Ou Deus mentiu e Isaque não me dará netos, ou ele disse a verdade e Isaque ressuscitará depois de sacrificado para me dar descendentes". Abraão considerou a segunda hipótese mais provável. Para ele, a possibilidade da ressurreição era mais crível do que a hipótese de Deus mentir. Não é, portanto, à toa que Abraão ficou conhecido como o maior exemplo de fé jamais visto.
Finalmente, a informação mais importante diz respeito ao carneiro que Deus providenciou para morrer no lugar de Isaque. Esse episódio prenunciou um evento muito importante que ocorreria quase 2 mil anos depois, ou seja, a morte de Cristo, "o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1.29). De fato, assim como o carneiro encontrado por Abraão no alto do monte, preso em um arbusto, substituiu Isaque morrendo em seu lugar (Gn 22.13), nosso Senhor também agonizou sobre um monte, preso ao lenho, ferido com espinhos, tudo a fim de morrer em nosso lugar.
Desse paralelo não se pode deixar de formular um convite à fé. Sim, pois um cordeiro morreu no Monte Moriá e Isaque escapou da morte. Da mesma forma, outro Cordeiro morreu no Monte Calvário e os que o recebem têm a vida eterna. Por que, então, continuar com medo? Creia nele e escape da morte também.
Pois também Cristo sofreu pelos pecados uma vez por todas, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus. Ele foi morto no corpo, mas vivificado pelo Espírito. (1Pe 3.18).
Logo na manhã seguinte, Abraão partiu levando consigo dois servos e Isaque. Ao avistar o lugar que Deus havia indicado, Abraão seguiu jornada acompanhado somente do filho. Podemos imaginar o intenso sofrimento do grande patriarca. Enquanto caminhavam, o menino perguntava: "Meu pai! As brasas e a lenha estão aqui, mas onde está o cordeiro para o holocausto?”. Ao que Abraão respondia: "Deus mesmo há de prover o cordeiro para o holocausto, meu filho" (Gn 22.7-8).
No lugar determinado, Abraão construiu um altar, arrumou a lenha, amarrou seu filho e o deitou sobre o altar. Então, pegou a faca e, já na iminência de sacrificar Isaque, o anjo do Senhor bradou do céu: "Abraão, Abraão! Não toque no rapaz. Não lhe faça nada. Agora sei que você teme a Deus, porque não me negou seu filho, o seu único filho" (Gn 22.11-12). Em seguida, Abraão viu um carneiro preso pelos chifres em um arbusto, pegou-o e o sacrificou no lugar do menino. Então Deus renovou as promessas de fazer dele uma grande nação e de abençoar por meio da sua descendência todas as nações da terra.
Há informações interessantes ligadas a essa história. Por exemplo: o lugar em que Abraão quase sacrificou Isaque, o Monte Moriá, é ocupado hoje pelo "Domo da Rocha", um templo muçulmano erigido em 691 d.C., dentro do qual há uma saliência rochosa identificada como o lugar em que Abraão construiu o altar para o sacrifício de seu filho.
Outro fato interessante é a impossibilidade de saber se Isaque era só um menino ou se já era um jovem quando isso aconteceu. Os especialistas na língua hebraica dizem que o termo traduzido como "rapaz", em Gênesis 22.5 e 12, abrange tanto a infância como a fase da juventude.
Uma outra informação importante é dada pelo autor de Hebreus. Ele disse que Abraão se dispôs a sacrificar Isaque porque cria que Deus o ressuscitaria depois de realizado o holocausto (Hb 11.17-19). Na verdade, o próprio texto de Gênesis nos mostra Abraão dizendo aos servos: "Fiquem aqui com o jumento enquanto eu e o rapaz vamos até lá. Depois de adorarmos, voltaremos." (Gn 22.5). Parece que Abraão realmente acreditava que desceria do monte acompanhado de seu filho. Por que ele cria nisso?
A resposta é que Deus havia dito que Isaque lhe daria uma descendência e, quando o sacrifício foi pedido, Isaque ainda não tinha filhos. Abraão pensou: "Ou Deus mentiu e Isaque não me dará netos, ou ele disse a verdade e Isaque ressuscitará depois de sacrificado para me dar descendentes". Abraão considerou a segunda hipótese mais provável. Para ele, a possibilidade da ressurreição era mais crível do que a hipótese de Deus mentir. Não é, portanto, à toa que Abraão ficou conhecido como o maior exemplo de fé jamais visto.
Finalmente, a informação mais importante diz respeito ao carneiro que Deus providenciou para morrer no lugar de Isaque. Esse episódio prenunciou um evento muito importante que ocorreria quase 2 mil anos depois, ou seja, a morte de Cristo, "o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1.29). De fato, assim como o carneiro encontrado por Abraão no alto do monte, preso em um arbusto, substituiu Isaque morrendo em seu lugar (Gn 22.13), nosso Senhor também agonizou sobre um monte, preso ao lenho, ferido com espinhos, tudo a fim de morrer em nosso lugar.
Desse paralelo não se pode deixar de formular um convite à fé. Sim, pois um cordeiro morreu no Monte Moriá e Isaque escapou da morte. Da mesma forma, outro Cordeiro morreu no Monte Calvário e os que o recebem têm a vida eterna. Por que, então, continuar com medo? Creia nele e escape da morte também.
Pois também Cristo sofreu pelos pecados uma vez por todas, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus. Ele foi morto no corpo, mas vivificado pelo Espírito. (1Pe 3.18).
domingo, 12 de janeiro de 2014
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Chegou a plenitude dos tempos
Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos. Gálatas 4.4,5
Essa declaração de que a plenitude dos tempos já chegou é de vital importância para quem deseja ser bem-sucedido na vida. Não se trata de um assunto religioso ou de uma filosofia criada por alguém, mas da verdade que todos precisam conhecer. Sem essa revelação, o diabo continuará a oprimir todos e, tristemente, também alguns filhos de Deus. No entanto, todo aquele que conhecer a verdade será libertado por ela (Jo 8.32).
Com essa chegada, aprendemos que todas as promessas se cumpriram e, agora, temos acesso a todas elas. Não precisamos pedir que o Altíssimo as realize, mas, sim, determinar que elas, em Nome de Jesus, ocorram em nossa vida. Se você precisa de alguma libertação, determine-a neste momento.
Não há mais nenhuma promessa a se cumprir para que alguém tenha saúde, paz, perdão, prosperidade, dentre outras. Nós podemos viver livres e satisfeitos completamente. O que diz respeito à nossa felicidade se cumpriu com a chegada da plenitude dos tempos. Já é realidade a nossa adoção como filhos de Deus, por isso não nos podemos deixar enganar pelo diabo; afinal, em Cristo, a nossa redenção é completa.
Jesus veio para buscar e salvar o que se havia perdido (Lc 19.10). Sem dúvida, Ele não fracassou na missão dada pelo Pai. Ao contrário, essa é a revelação do versículo que estamos estudando. Portanto, não importa o que o maligno tem feito ou ameaçado fazer com a sua vida. Neste momento, você está completamente livre do império das trevas e pode não só declarar a sua liberdade, como também começar a viver da maneira que agrade ao Senhor e a você.
Veja bem: em Jesus, fomos feitos filhos de Deus; por isso, não há mais nenhuma condenação para nós (Rm 8.1). Qualquer fraqueza existente no seu caráter, no seu corpo, na sua alma e na sua fé pode ser destruída agora. Em Cristo, você é mais que vencedor (Rm 8.37). Ele o amou para que você pudesse amá-Lo, tendo e cumprindo os Seus mandamentos (Jo 14.21). Isso tudo para que você se liberte de todo envolvimento mau e possa ir para os Céus na volta do Senhor.
Temos de andar como filhos da luz, como solucionadores de problemas (Ef 5.8 ). Por isso, não se deixe vencer pelo tentador, pois, em Jesus, você já o derrotou. Em vez de ser um peso para alguém, seja uma bênção. Em vez de pecar, leve o próximo a viver decentemente. Deus o abençoará por qualquer ato bom realizado pelo próximo.
Os que são filhos do Altíssimo têm acesso a tudo o que o Pai é e possui. Então, não viva em escassez nem deixe de assumir o que aprender na Palavra de Deus. Quando o Senhor nos abre o entendimento sobre alguma bênção que temos em Cristo, ela passa a ser nossa. É só questão de tomar posse dela para desfrutá-la.
Em Cristo, com amor e poder,
R. R. Soares
AUTOR: MISSIONÁRIO R. R. SOARES
Essa declaração de que a plenitude dos tempos já chegou é de vital importância para quem deseja ser bem-sucedido na vida. Não se trata de um assunto religioso ou de uma filosofia criada por alguém, mas da verdade que todos precisam conhecer. Sem essa revelação, o diabo continuará a oprimir todos e, tristemente, também alguns filhos de Deus. No entanto, todo aquele que conhecer a verdade será libertado por ela (Jo 8.32).
Com essa chegada, aprendemos que todas as promessas se cumpriram e, agora, temos acesso a todas elas. Não precisamos pedir que o Altíssimo as realize, mas, sim, determinar que elas, em Nome de Jesus, ocorram em nossa vida. Se você precisa de alguma libertação, determine-a neste momento.
Não há mais nenhuma promessa a se cumprir para que alguém tenha saúde, paz, perdão, prosperidade, dentre outras. Nós podemos viver livres e satisfeitos completamente. O que diz respeito à nossa felicidade se cumpriu com a chegada da plenitude dos tempos. Já é realidade a nossa adoção como filhos de Deus, por isso não nos podemos deixar enganar pelo diabo; afinal, em Cristo, a nossa redenção é completa.
Jesus veio para buscar e salvar o que se havia perdido (Lc 19.10). Sem dúvida, Ele não fracassou na missão dada pelo Pai. Ao contrário, essa é a revelação do versículo que estamos estudando. Portanto, não importa o que o maligno tem feito ou ameaçado fazer com a sua vida. Neste momento, você está completamente livre do império das trevas e pode não só declarar a sua liberdade, como também começar a viver da maneira que agrade ao Senhor e a você.
Veja bem: em Jesus, fomos feitos filhos de Deus; por isso, não há mais nenhuma condenação para nós (Rm 8.1). Qualquer fraqueza existente no seu caráter, no seu corpo, na sua alma e na sua fé pode ser destruída agora. Em Cristo, você é mais que vencedor (Rm 8.37). Ele o amou para que você pudesse amá-Lo, tendo e cumprindo os Seus mandamentos (Jo 14.21). Isso tudo para que você se liberte de todo envolvimento mau e possa ir para os Céus na volta do Senhor.
Temos de andar como filhos da luz, como solucionadores de problemas (Ef 5.8 ). Por isso, não se deixe vencer pelo tentador, pois, em Jesus, você já o derrotou. Em vez de ser um peso para alguém, seja uma bênção. Em vez de pecar, leve o próximo a viver decentemente. Deus o abençoará por qualquer ato bom realizado pelo próximo.
Os que são filhos do Altíssimo têm acesso a tudo o que o Pai é e possui. Então, não viva em escassez nem deixe de assumir o que aprender na Palavra de Deus. Quando o Senhor nos abre o entendimento sobre alguma bênção que temos em Cristo, ela passa a ser nossa. É só questão de tomar posse dela para desfrutá-la.
Em Cristo, com amor e poder,
R. R. Soares
AUTOR: MISSIONÁRIO R. R. SOARES
SEMPRE DIGA A VERDADE
Fiz-me, acaso, vosso inimigo, dizendo a verdade? Gálatas 4.16...
Toma uma péssima decisão a pessoa que nega a verdade. Quem teve coragem de inventar um falso contra alguém, de subtrair o que é do próximo, de desonrar o seu cônjuge, deveria ter coragem para se livrar do demônio que o tentou e aprisionou. Não há nada mais perigoso do que cair nas mãos do inimigo e estar na mira de suas obras destruidoras.
O mentiroso se torna filho do diabo. Seu “prejuízo”, se você falar a verdade, será o grande lucro da sua vida. É mais lucrativo sofrer um prejuízo material por fazer a escolha certa do que se perder espiritualmente (Mt 10.39). Não adie mais a sua decisão, porque, depois, poderá ser tarde demais. Por que desprezar a orientação de Jesus e não se retratar com quem está a caminho com você?
Quando um filho de Deus lhe pedir explicações de algo, ainda que você julgue que jamais poderia contar aquele seu fracasso, não deixe de falar a verdade. Aproveite o pedido como uma oportunidade que o Eterno lhe dá. As suas orações não podem ficar impedidas, nem você pode ficar nas mãos do destruidor. O Pai há de ajudar aquele que sofrer pela Sua Palavra e pelo Seu Reino.
Ao dizer a verdade, você manifesta a justiça. Por isso, jamais engane alguém. Se lhe pedirem explicação sobre um ato seu, não erre de novo. Não deixe o diabo enganá-lo mais uma vez, inventando uma história. Se falar a verdade, o seu inquiridor poderá entender que você foi usado pelo tentador e aceitará a sua justificativa. Mas, se mentir, o Senhor não apagará a suspeita do coração dele, e ele saberá que você é mentiroso.
Paulo se fez amigo daquelas pessoas falando a verdade. Você jamais será amigo de quem você engana. O pior engano não é o fato que você fez contra alguém, mas a mentira que você diz e mantém. O inquiridor carregará a dúvida para sempre, e isso o prejudicará por toda a eternidade, a menos que você seja honesto. Portanto, jamais deixe Satanás governar sua vida. Ele tem de ficar debaixo dos seus pés.
Examine-se e veja se não tem sido mau para alguém. Se isso proceder, busque do Altíssimo a ajuda necessária para falar a verdade. Ainda que você sofra algum prejuízo por essa escolha, essa perda será imensamente menor do que a que teria falando mentira. Não se deixe iludir pelo mestre da maldade. Se tiver a porta aberta – e a negação da verdade é como tal –, ele irá conduzi-lo à morte (Rm 6.23).
Os que falam a verdade são da luz e revestem-se do Senhor. Por isso, não podem ser atingidos pelo maligno. Eles vivem na presença divina, desfrutam do amor celestial e têm sempre a sua palavra confirmada. Então, seja firme na sua fé e não permita que o criador de toda a maldade o tenha nas mãos dele.
Em Cristo, com amor,
R. R. Soares
AUTOR: MISSIONÁRIO R. R. SOARES
DATA: 02.01.2014
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