segunda-feira, 15 de junho de 2015

Livre-se da inveja!


“Cruel é o furor e impetuosa a ira, mas quem pode resistir à inveja?” Prov. 27:4



A inveja, como todo sentimento pecaminoso, é um fruto do pecado. Somos invejosos porque estamos separados de Jesus, e separados dEle nunca estamos completos; carregamos um estranho vazio interior que nos faz sentir inferiores aos outros.

A inveja leva o ser humano a querer tirar do outro, porque não está satisfeito com o que tem. Só que a inveja é muito mais perniciosa que outros frutos pecaminosos, porque ela trabalha no interior das pessoas, não se vê, se disfarça e na penumbra da intimidade vai jogando seu veneno e atormentando o coração.

No texto de hoje o sábio Salomão fala da ira e do furor, que são frutos pecaminosos exteriores. Todo mundo pode detectar o homem furioso pelas tolices que comete. Todo mundo pode apontar o irascível pelas loucuras que faz quando perde o controle da situação. Mas quem detecta o invejoso? Por isso Salomão pergunta: “Quem pode resistir à inveja?”

Do homem furioso e irascível você pode fugir, se esconder ou se defender, porque você pode vê-lo no momento do ataque. O coitado fica com o rosto vermelho, treme, fala impropérios e até pode jogar espuma pela boca, mas do invejoso ninguém corre, porque ninguém o vê. Está perto de você disfarçado de amigo, mas você não conhece o veneno que seu coração destila. Ele coloca muitas vezes seu braço no ombro da vítima e geralmente acaba na traição.

O que fazer se o fel da inveja está envenenando a minha alma? Se a felicidade e o sucesso dos outros é que me tornam infeliz e fracassado? O que fazer se me dói que outros andem mais rápido do que eu, e corram e não se cansem?

A resposta está em Jesus. Ao Seu lado não existe lugar para sentimentos pecaminosos. Ele completa o vazio humano. Ele faz o homem se sentir aceito, querido, pleno e é só quando o homem se aceita como é, que olha para os outros com altruísmo, porque o sentir de Jesus é agora seu sentir.

Por favor, não tente agora apontar os invejosos que você conhece. Olhe-se no espelho da vida, tente correr aos braços de Jesus e saiba que você, do jeito que é, é a coisa mais linda que Deus tem neste mundo. Ande com Jesus. Seja feliz nEle e alegre-se com a felicidade e o êxito das pessoas.

Você não tem nada melhor para fazer

bispa

Jesus disse: “Se vocês me amam, obedecerão os meus mandamentos.” É comum as pessoas falarem facilmente que amam Deus, amam Jesus. Que Jesus é tudo para elas. Mas isso muda rapidamente quando as coisas não acontecem como queriam e esperavam ou quando são contrariadas ou ainda quando precisam renunciar e passar por cima das próprias vontades.
Jesus disse: “Se vocês me amam, obedecerão os meus mandamentos”, e nós provamos nosso amor por Deus através do ato de obedecer. A prova do amor de uma pessoa por Deus é a obediência. Não precisamos fazer a Deus declarações de amor; precisamos ter atitude de obediência. Muitos são os que praticam um evangelho “piegas”; mas somos ensinados pela Palavra a servir a Deus com comprometimento, integridade e retidão; a sacrificar nossas vontades com o único desejo de agradar a Deus acima de tudo.
Quando as coisas não andam como muitas pessoas querem, o grande amor por Deus pode desaparecer rapidamente e, facilmente, pode sair dessas bocas que declararam mil vezes, “Eu te amo Jesus!
Eu te amo Jesus! Eu te amo Jesus!” a expressão “Está difícil demais, eu vou desistir, eu vou desistir.”
Quem, realmente, ama a Deus não fala que vai desistir, porque ele O ama pelo que Ele é e não pelo que Ele pode fazer.
Quem, realmente, ama a Deus obedece a Ele ainda que não seja recompensado, muito embora saibamos que sempre seremos muito bem recompensados. Entretanto, independentemente de qualquer coisa, se, realmente amamos a Deus obedecemos a Ele e ficamos com Ele e O queremos.
Como Jó, que depois de ter perdido tudo foi fiel, não blasfemou, não falou em desistir e não recuou na fé. Jó perdeu o apoio de tudo e de todos, inclusive da esposa, mas usou uma das frases mais profundas que eu creio que há na Bíblia: quando sua mulher disse, “Amaldiçoa esse Deus e morre.”, ele respondeu que ela falava como uma louca, pois ele aceitara muito bem o bem de Deus e, agora, não rejeitaria o Senhor em função do mal. Então sua mulher lhe disse: “Você ainda mantém a sua integridade? Amaldiçoa a Deus, e morra!” Ele respondeu: “Você fala como uma insensata.”, ou como uma “doida”, como está na versão Almeida Corrigida. Aceitaremos o bem dado por Deus e não o mal?” Em tudo isso Jó não pecou com seus lábios (Jó 2.9 e 10).
Jó é fiel exemplo de homem que, realmente, amou a Deus, porque ele sofreu perdas, algumas delas irreversíveis, e continuou vendo Deus como a coisa mais importante da vida dele.
Em outra ocasião, Jó usou mais uma das frases mais fortes para mim; ele tinha perdido todos os filhos, todos os bens, nenhum amigo ficou do lado dele, a esposa não o apoiou, ele virou piada para muitas pessoas, foi julgado e criticado de forma brutal mas ele amava a Deus com todas as forças e disse: “Eu sei que o meu redentor vive e que no fim se levantará sobre a terra. E depois que o meu corpo estiver destruído e sem carne, verei a Deus. Eu o verei, com meus próprios olhos, eu mesmo e não outro!
Como anseia no meu peito o coração!” (Jó 19.25 ao 27).
A Bíblia diz que Jó viu a glória de Deus e que o Senhor virou o cativeiro dele pela perseverante confiança que Jó tinha no Criador. Deus o retribuiu em dobro por toda aquela vergonha que passara. E o Senhor virou o cativeiro de Jó, quando orava pelos seus amigos, e o Senhor acrescentou a Jó outro tanto em dobro quanto dantes possuía (Jó 42.10).
Fico pensando... Se Jó tivesse desistido, não teríamos esse final glorioso para contar! Jó obedeceu por todo tempo e nós provamos nosso amor obedecendo a Deus e não com frases sentimentais. Tem as pessoas de cujas bocas saem com facilidade e de forma inacreditável de se ouvir, “Eu vou parar, vou desistir”, como se elas tivessem algo melhor para fazer.
Eu creio que Jó entendeu, perfeitamente que se estava difícil andando com Deus... o que seria dele se desistisse do Senhor? Se para você as coisas não estão indo tão bem, imagine se o Senhor não estiver no controle da sua vida, então! Acredite; você não tem nada melhor para fazer do que esperar por Deus. Aconteça o que acontecer, espere por Deus. Confie em
Deus em todo tempo e situação. A melhor coisa que você tem para fazer é confiar em Deus. Saiba que esta sempre será a atitude mais sábia e inteligente que uma pessoa pode ter.
Faça o que Jó e tantos outros heróis da fé fizeram: confie em Deus. Isto é o que há de melhor que você pode fazer por você mesmo. Passe por cima do que for preciso; passe por cima de você mesmo e custe o que custar, obedeça a Deus.
Enfatizo sempre que ninguém será grande e forte fora, se não for grande e forte dentro.
É de costume eu ouvir as pessoas perguntarem: “O que eu tenho que fazer para minha vida mudar?” Parece-me, às vezes, que elas esperam ouvir alguma coisa diferente, fora do comum, como se tivesse uma receita mágica escondida em algum lugar. Entretanto, eu asseguro que o obedecer a Deus quando tudo vai bem e também quando tudo vai mal é o que vai levá-lo a vencer.
A prova do nosso amor a Deus é obediência. Obedecer a Deus faz de qualquer pessoa uma pessoa surpreendentemente abençoada. Obedecer, confiar, esperar por Deus vai fazer de você uma pessoa feliz e realizada. Quando você olhar ao seu redor e não ver nada que lhe agrada, ao invés de reclamar, faça como Jó, diga: “Eu sei que o meu redentor vive e eu verei a sua glória! E quando o diabo quiser entristecê-lo, derrote-o, declarando: “Eu estou feliz porque estou salvo e não vou para o inferno”.
Na verdade quem precisa de mais? Não vamos ser hipócritas! Nós desejamos muitas coisas, mas o que realmente precisamos, é quando recebemos Jesus como nosso Salvador e somos agraciados com a coisa mais importe da vida – a salvação da alma. Então, pare de reclamar, pois você é salvo, vai morar no céu e não no inferno.
Este texto é para levá-lo, espiritualmente, a um lugar mais alto, e para que você viva de forma profunda em Deus. Esperar em Deus é a melhor coisa que você tem a fazer; eu afirmo que você não tem nada melhor para fazer. Todos que provam o amor de Deus praticando obediência, confiando totalmente n’Ele, sem desistir, são mais que vencedores em tudo. Faça isso e você será também. Conte com as minhas orações sempre.
Bispa Cléo Ribeiro Rossafa
Líder espiritual do Ministério Mudança de Vida

domingo, 10 de maio de 2015

EU SOU A PORTA , SE ALGUÉM ENTRAR POR MIM SALVAR SE A

João 10:9                                         João 10:7-14

Jesus é a porta que nos dá entrada para o caminho que conduz ao céu (João 14:6). Podem apresentar-se-nos outras portas, outros caminhos, outras soluções, mas eles não darão certo. O seu fim é a ruína e a perdição.

Não erreis. Só há um caminho e uma verdade - Jesus. Quem entrar neste caminho e por ele andar nunca errará, mas atingirá o alvo - a vida em Deus.

Neste capítulo dez de João, Jesus não só Se apresenta como a porta do curral das ovelhas, como também o bom Pastor, que dá a vida para que nada falte às Suas ovelhas. Ele conduz-nos a pastos verdejantes e suculentos. Ele leva-nos aos mananciais das águas vivas, refrescantes e puras (sem venenos). Ele guia-nos pelas veredas certas e protegidas. Ele ajuda-nos a atravessar o vale da sombra da morte, dos problemas, tirando as pedras do nosso caminho. Ele prepara um banquete, com as riquezas da Sua Palavra, na presença dos nossos inimigos. Ele unge a nossa cabeça com óleo, protegendo-nos de todo o mal que possamos encontrar nas pastagens da vida. Ele... Ele... Ele é o nosso bom Pastor, que tudo faz para nos orientar e conduzir nas veredas da justiça.

Ele é a porta à qual devemos bater para entrar no caminho. "Batei e abrir-se-vos-á, buscai e achareis, pedi e dar-se-vos-á". O nosso Pastor é bom e fiel e está sempre pronto a perdoar-nos e a abrir-nos a porta, mesmo quando, teimosamente, queremos só fazer a nossa vontade.

Conta-se a história de um homem que, numa noite tempestuosa e de forte nevão, quis ir buscar o seu saco de bens pessoais, que havia esquecido no lugar de trabalho. A esposa e os filhos bem lhe pediram que não fosse, pois os caminhos estavam irreconhecíveis e a viagem de noite era perigosa. Teimosamente, ele foi, mas não andou mais que uns três quilômetros, passando a andar em círculos e não mais encontrando o saco com os seus bens. Já à porta da sua casa, morreu enregelado.

É assim com todos aqueles que deixam a porta da segurança - Jesus - e saem para o caminho inseguro e confuso da vida, sem a companhia do Bom Pastor.

sábado, 9 de maio de 2015

O PECADO DA MURMURAÇÃO


 “Mas agora vos escrevi para que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais.” (I Co 5.11).

“Fazei todas as coisas sem murmuração nem contendas” (Fp 2.14).

Murmurar significa: difamar, caluniar, resmungar, falar com voz baixa, falar mal de alguém ou de alguma coisa.
A murmuração está na lista dos piores pecados. É como o pecado da feitiçaria (I Sm 15.23). Murmurar é tão mal que mata a obra de Deus, tira a alegria e satisfação do coração dos crentes. Os murmuradores nunca estão satisfeitos, sempre encontram falhas em alguém. (Num 14.1-33).

O povo de Israel perdeu o temor a Deus e se esqueceram dos grandes milagres que o Senhor operou na terra do Egito. E começaram a murmuraram de Moisés:
“E disseram a Moisés: Não havia sepulcros no Egito, para nos tirardes de lá, para que morramos neste deserto? Por que nos fizeste isto, que nos tem tirado do Egito? Não é esta a palavra que temos falado no Egito, dizendo: Deixa-nos que sirvamos os egípcios? Pois que melhor nos fora servir aos egípcios do que morremos no deserto” (Ex 14.11, 12).

O povo murmurou:
• Na beira do mar – Ex 14.11-12
• Quando faltou água – Ex 15.24
• Quando faltou carne – Ex 16.2-3
• Quando, novamente faltou água – Ex 17.13
• Quando Moisés subiu ao monte para orar – Ex 32.1
• No deserto o povo murmurou outra vez – Num 14.

Moisés mandou 12 homens para espiar a terra de Canaã – Num 13.1-33; 14.1-10, mas dez deles eram medrosos, covardes e murmuradores: voltaram difamando a terra; com medo do gigante; tristes da viagem; murmurando de Moisés.

Entre os 12 homens que Moisés mandou para expiar a terra 10, deles eram pessimistas e murmuradores:
Dez se queixaram que a terra consumia os moradores.
Mas dois homens de fé anunciam que a terra era boa mana leite e mel.
Dez disseram grande são os o gigante e nós como gafanhotos.
Mas dois homens de fé e coragem disseram o nosso Deus é mais poderoso que os gigantes da terra.
Dez voltaram tremendo de uma importante missão.
Mas dois homens de fé voltaram entusiasmavam proclamando o povo a conquistar a terra.
Dez voltaram tristes e desanimados da viagem de espiar a terra.
Mas dois homens de fé voltaram alegres, animando o povo a conquistar a terra.
Dez homens disseram não temos condição de implodir os muros de Jericó.
Mas dois homens de fé diziam o Senhor implodirá por nós.
Dez voltaram dizendo voltaremos ao Egito.

Mas dois homens de fé voltaram dizendo nós iremos é para Canaã.
Ali tinha dois homens de fé e coragem que animavam o povo a prosseguir: Assim, Josué e Calebe cooperaram grandiosamente com Moisés por serem fiéis à sua liderança.
O que aconteceu com os filhos de Israel, serve de alerta para a Igreja:
“Depois falou o Senhor a Moisés e Arão, dizendo: Até quando sofrerei esta má congregação, que murmura contra mim? Tenho ouvido a murmuração dos filhos de Israel, com que murmuram conta mim. Dize-lhes: Assim eu vivo, diz o Senhor, que, como falestes aos meus ouvidos, assim farei a vós outros. Neste deserto cairão vossos cadáveres, como também todos os que de vós foram contados segundo toda a vossa conta, de vinte anos para cima, os que dentre vós contra mim murmurastes; Não entrarão na terra, pela qual levantei a minha mão que vos faria habitar nela, salvo Calebe, filho de Jefone, e Josué, filho de Num.” (Nm 14.26-30).

Deus não permitiu que os pessimistas e murmuradores entrassem na terra prometida (Num 14.29-30) e falou o Senhor a Moisés e Arão dizendo: apartai-vos do meio dos murmuradores, levantem-vos de perto da habitação destes homens Coré, Datã e Abirão (Num 16.20-21) e disse o Senhor: afastai-vos de perto das tendas destes ímpios e não toqueis em nada do que é seu, para que não pereçais com eles (Num 16.24-26). E aconteceu que acabando de falar esta palavra à terra que estava debaixo deles se fendeu e abriu sua boca e os tragou com tudo o que era seu. (Num 16.31-33).

Não devemos murmurar, nem mesmo com razão.
1º- Porque a murmuração não resolve os problemas, simplesmente culpa alguém “Moisés” foi culpado.
2º- Porque a murmuração sempre é contra o Senhor Deus e não contra o “homem Moisés” (Ex 16. 8 Num 14.26-30)
3º- Não devemos murmurar porque fomos chamados para bendizer (Mt 5.44; Lc 6.28; I Co 4.12-13).
4º- A murmuração demonstra nossa falta de visão, pois ela é fruto da inveja.
5º- A murmuração manifesta nossa ingratidão diante de Deus e da Igreja.
6º- A murmuração revela nossa falta de fé confiança em Deus.
7º- A murmuração causa prejuízo na obra de Deus, eles os hebreus atrasaram a viagem de 40 dias para 40 anos.

Pois segundo a maioria dos historiadores, do Egito a Israel; à distância em linha reta é de mais ou menos 485 km. Se os israelitas andassem 12 km por dia, faria em 40 dias, mas como eles andaram em círculo e esteve três vezes no monte Sinai, seria então em 120 dias, ou três meses de viagem, para chegarem à “terra prometida”; isto prova que a desobediência faz tardar as bençãos de Deus, pois os israelitas deveria ter entrado na terra prometida em 40 dias ao sair do Egito. Mas como castigo de Deus em peregrinação no deserto demorou 40 logos anos.

Os murmuradores não herdará o Reino de Deus: “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” (I Co 6. 9,10).

domingo, 14 de dezembro de 2014

A causa Nº 1 do divórcio não é o que você pensa

Muitos não sabem e irão se surpreender com a causa número um de divórcios.
  • Estou convencido de que a principal causa de divórcio não é o adultério, problemas financeiros, ou diferenças irreconciliáveis. Esses são na maioria das vezes os sintomas de um problema mais profundo.
    Enquanto esses problemas podem ser reais, eu acredito que há um problema maior.
    O problema mais comum que eu vejo com os casais que estão lutando no casamento é a falta de investimento intencional em seu casamento.
    Embora seja um debate justo do que vem primeiro, se a perda do interesse que faz perder a intenção ou a perda da intenção que faz perder o interesse, de qualquer forma há uma ideia-chave:
    Podemos influenciar nossos sentimentos e intencionalmente investir em nosso casamento.
    Como já escrevi antes, nossos afetos geralmente crescem em direção aos nossos investimentos. Onde quer que coloquemos o nosso tempo, dinheiro e energia também acabamos colocando a nossa paixão, interesse e afeto.
    Pense sobre o que isso significa para um casamento: geralmente você vai sentir por seu cônjuge aquilo que você investe nele.
    Seus sentimentos são frequentemente muito menos sobre o cônjuge, mas muito mais sobre o esforço que você coloca em seu casamento.
    É óbvio que existem exceções. Algumas pessoas fizeram escolhas erradas sobre com quem se casaram ou talvez uma má escolha em que se tornaram, mas na maioria das vezes, nós amamos nossos cônjuges na mesma medida em que investimos neles. (Veja: Casar com um parceiro, não uma criança)
    Considere o que isso significa: se os seus sentimentos de amor estão diminuindo, eles podem ser recuperados. Com algum esforço, intenção e energia, o amor pode crescer.
    Toda semana eu lido com casamentos que estão sofrendo. Sou muitas vezes como uma enfermeira da triagem que observa o casal, faz uma análise inicial da gravidade de sua doença, e depois indico o especialista certo para que possam ser ajudados com a questão. Quando o casal sai da nossa interação inicial, quase sempre lhes dou a mesma tarefa: a caminho de casa, recontem as histórias de seu primeiro encontro, como vocês se apaixonaram, o que atraiu um para o outro, o que você mais ama no outro, e quais são seus sonhos de futuro juntos. (Ver: Mude seu casamento hoje)
    Esta tarefa serve ao propósito de desenterrar sentimentos e memórias há muito enterrados. Assim, contando as histórias, um casal tem mais chances de sentir amor por seu cônjuge.
    Com um pouco de intenção, nossas emoções podem mudar drasticamente.
  • Aqui estão cinco coisas que podemos fazer todos os dias que nos reconecta ao nosso cônjuge:

    1. Ore sobre as especificidades do dia de seu cônjuge. Não só isso vai lembrá-lo da obra de Deus em sua vida, como também vai exigir que você saiba os detalhes do dia do seu cônjuge e para isso você terá que perguntar como foi o dia dele.
    2. Beijar sempre ao chegar e sair. Esta é uma conexão física e emocional, que serve como um lembrete da união entre marido e mulher. Torne-a um hábito que, mesmo se você beijar e sair, e precisar voltar, vocês se beijem novamente.
    3. Ligar, mandar mensagem de texto ou e-mail, pelo menos uma vez por dia. Você pode manter o outro atualizado sobre como o dia está indo. Vocês podem discutir todas as necessidades e se certificar de que todos estão cientes sobre tudo até a noite.
    4. Ter pelo menos 5 minutos de conversa ininterrupta. Quer seja na parte da manhã ou a última coisa à noite, os relacionamentos exigem conversa. Desligue a televisão, o telefone e falem. Isso pode ser mais difícil com as crianças por perto, mas encontrem uma maneira de fazer isso acontecer. Lembre-se, se você estivesse tendo um caso você encontraria tempo para se envolver nesse caso. Não importa o quão ocupado você seja, encontre tempo para o seu cônjuge.
    5. Abracem por pelo menos 30 segundos. Antes de sair para o trabalho ou depois de chegar a casa ou quando forem para a cama, tenham um abraço físico prolongado que lembre o seu corpo, alma e mente de sua profunda ligação com essa outra pessoa. Estudos têm demonstrado que abraçar reduz a pressão arterial, mas também conecta você com a pessoa que você abraça. O toque físico deve ser mais do que apenas sexo. Abraçando-se verdadeiramente todos os dias, cada parceiro vai se sentir mais valorizado e amado.
    Se o seu casamento não exige nada, ainda exige intenção. Na medida em que ambos os cônjuges são intencionais sobre como manter o casamento saudável, o casamento irá prosperar. A apatia corrói lentamente um casamento, mas a intenção faz com que ele cresça continuamente.

CARTA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO !

À VOCÊ : ESCREVO ESTA CARTA PARA LHE DIZER QUE SINTO A SUA FALTA . CONTEI MINHAS OVELHAS E NOTEI QUE FALTAVA UMA : VOCÊ. PORQUE FOI EMBORA?...