quarta-feira, 16 de maio de 2018

Por que a prostituição deveria ser abolida


zações
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Uma simples caminhada pelas ruas de um grande centro urbano podem expor condições que nos parecem pouco tangíveis. Por exemplo, durante a madrugada de uma sexta para sábado, após uma reunião divertida com alguns amigos, vi pela primeira vez um rato de esgoto, que mais parecia um cachorro pequeno, daqueles que madames caricatas da televisão carregam na bolsa, devido ao seu tamanho e (presumi) peso.
Foi também numa dessas caminhadas, durante uma manhã ensolarada, que encontrei um desses antiquários que aparecem em filmes românticos, tão charmosos quanto empoeirados, e lá fiquei até me dar conta que estava atrasada para um compromisso.
Mas, acredito, a condição a qual tive oportunidade de vislumbrar e que mais me marcou foi, definitivamente, antes de uma ida ao cinema, ao anoitecer, quando me deparei com uma mulher oferecendo “serviços sexuais” para um rapaz. Roupas curtas, olhar cansado, saltos altos demais para se andar em segurança por calçadas descuidadas como as da cidade em que vivo. Uma prostituta, elemento tão comum nos cenários urbanos e rurais.
No Brasil, a prostituição por si só não é considerada uma prática criminosa, mas também não é uma prática regulamentada, o que deixa a atividade no limbo entre proteção e repúdio das instituições no país.
Aqui, a tipificação penal incide sobre a exploração sexual - de maneira mais simplificada, é crime aliciar alguém a vender sexo, mas não é criminosa a venda do sexo em si. Em tese, portanto, quem vai preso é o cafetão, não a prostituta. A prática, porém, é um pouco diferente.
É comum vermos prostitutas - e utilizo o termo flexionado ao gênero feminino, pois ao menos 75% de todas as pessoas que se prostituem no mundo são mulheres - virando notícia nos jornais locais após acabaram na prisão acusadas de crimes como furto, roubo ou extorsão - isso quando não são vítimas de agressões psicológicas, físicas, sexuais, chegando, muitas vezes, à morte
Após comentar a história da prostituta pelas ruas da cidade com um colega, ele me questionou, com dúvida sincera: “por que, então, não regulamentar a prostituição? Afinal, é a profissão mais antiga do mundo, e sempre vai existir”.

Em primeiro lugar, é certo que precisamos de mais aulas de história. Um estudo da Universidade de Harvard, inclusive, já publicou um artigo defendendo que a profissão mais antiga do mundo, na realidade, é a de cozinheiro - o que faz bastante sentido se considerarmos que o ser humano vivia em uma sociedade nômade, baseada em trocas de coisas realmente necessárias.
Você realmente acha que, antes de trocar frutas, carne e utensílios, o ser humano - em especial a mulher - iria oferecer sexo? Seria o homem da antiguidade tão bobo a ponto de vender produtos essenciais para subsistência por um ato sexual?
Em segundo lugar, por que a prostituição precisa, necessariamente, existir para sempre? Se, de fato, é uma profissão (que, deixo claro, não concordo que seja), não faria sentido que, com o andamento do tempo e da humanidade, ela poderia deixar de existir? Afinal, as sociedades “evoluem” e alguns trabalhos deixam de ser tão importantes, certo?
Em terceiro lugar - e mais importante -, não podemos regulamentar a prostituição porque é uma ideia tola, que aqui significa “revisionista e pouco efetiva, que ignora as verdadeiras vítimas da prostituição - as mulheres prostituídas”.
As pessoas que são favoráveis à regulamentação consideram a prostituição como um trabalho, e chegam a argumentar que as “profissionais” deveriam ser protegidas por sindicatos e medidas de saúde e segurança. Essas pessoas, no entanto, parecem se esquecer do básico:
A prostituição é intrinsecamente abusiva e uma causa e consequência da desigualdade feminina. Não há como torná-la segura.
Não faz sentido regulamentar, tornar formalmente coerente a ideia da venda do sexo quando esse sistema não funciona até mesmo em países desenvolvidos. Legalizar o sexo é uma forma de proteger o cliente, o lobby, a indústria - mas não a prostituta.
Duvida? Vejamos o exemplo do modelo germânico.
Desde 2002, uma lei na Alemanha regulamenta a prostituição como trabalho. O que foi observado, porém, passou longe de uma manutenção ou ganho de direitos para prostitutas, mas uma precarização da prática.
As prostitutas alemãs que atuam em bordéis legalizados ganham, em média, 30 euros por relação sexual; contudo, elas devem pagar 160 euros pelo quarto e 25 euros de impostos diariamente. Assim, são necessárias ao menos 6 práticas sexuais antes da mulher começar a ganhar qualquer dinheiro.
Ainda, verifica-se uma banalização da prostituição: há publicidade em todos os lugares, guias turísticos sexuais e recrutamento de mulheres como “acompanhantes”. A eficácia esperada da lei não se concretizou: das 400 mil prostitutas na Alemanha (número estimado), mais da metade atua de maneira ilegal; assim, não podem utilizar o serviço médico oferecido no país, o que resulta na convivência com doenças de todos os tipos. Mais de 70% das prostitutas alemãs já sofreram violência física, enquanto 94% sofreu violência sexual.
Se esses dados não te convencem, observe que as facetas da violência contra mulheres prostituídas são múltiplas e praticamente idênticas em todos os lugares do mundo. Nas ruas, essas mulheres encaram péssimas condições de higiene e limpeza, nenhuma segurança, frio e ataques verbais de pedestres compradores de sexo.
Nos bordéis, as mulheres são produtos de quem as vende - no geral, um homem, cafetão. Em quase todos os casos, as mulheres que se prostituem saíram de um lar problemático, enfrentando violência psicológica, física ou sexual. Com os clientes, elas suportam práticas abusivas, que vão desde o sexo oral à introdução de objetos dentro do corpo.
Existe, por fim, o mito do consentimento. Entendemos que as mulheres estão na situação de prostituídas porque concordaram com aquilo, se não poderiam sair a qualquer momento, não é verdade? Errado. A prostituição é a última alternativa entre as mulheres que não possuem mais alternativas.
Está na hora de pararmos de glamourizar a realidade e entender que não vivemos em um filme - a mulher prostituída padrão não é a Julia Roberts em “Uma Linda Mulher”, mas a negra/latina/asiática pobre, abusada em todos os sentidos, sem condições de escolher um futuro melhor, por motivos materiais, como dinheiros, ou imateriais, como sua própria saúde mental.
Cito, aqui, um trecho do livro de Kat Banyard ”Pimp State: Sex, Money and Future of Equality”, traduzido por Carol Correia:
Talvez a única estratégia mais eficaz atingida até agora seja bombear o mito contida no termo 'trabalho sexual': o mito de que é possível comercializar o consentimento. Se consentimento sexual pode ser algo que pode ser comprado e vendido, ainda podemos falar seriamente sobre a existência de conceitos como relações sexuais saudáveis e consentimento significativo? Se, ao fazer sexo com alguém, você se sente repelido por eles tocando você, com medo do que eles podem fazer contigo, degradada e humilhada pelos atos sexuais, ferida pelas palavras odiosas que estão sussurrando em seu ouvido, dolorida porque ele é o quinto homem com quem você teve relações sexuais hoje, esgotada de tudo, traumatizada, abusada — o fato de que você ganhará um pouco de dinheiro no final não muda nada. Não há mão invisível no mercado da prostituição que desaparece magicamente a experiência vivida de abuso sexual.
Se você ainda acredita que mulheres vendem o corpo porque querem ou escolhem ser penetradas por todos os buracos possíveis com força, violência e contra a vontade, existe uma grande chance de você não possuir um pingo de compaixão ou fé na dignidade da pessoa humana.
Precisamos abolir a violência estrutural vista na prostituição - precisamos abolir a prostituição. Comprar sexo não é um direito humano, e ninguém - nem o cafetão, nem o comprador - tem direito de explorar sexualmente uma mulher.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

A PALAVRA DE DEUS CONDENA OS QUE PROVOCAM ESCÂNDALOS


Ai do mundo, por causa dos escândalos. Porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem. Portanto, se a tua mão ou o teu pé te escandalizar, corta-o e atira-o para longe de ti; melhor te é entrar na vida coxo ou aleijado do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno. Mateus18. 7,8.

Freqüentemente vemos ou ficamos sabendo de notícias sobre pessoas conhecidas, Cristãs ou freqüentadoras de alguma igreja, estarem envolvidas com coisas e práticas erradas, e muitas das vezes a imprensa faz questão de divulgar bastante, mostrando assim, quem é a pessoa . Afinal, nós Cristãos, temos o dever de sermos santos todo o tempo, de darmos bons exemplos, de andarmos como Jesus andou, e quando assim não procedemos, o ímpio é o primeiro a nos apontar, e não podemos reclamar, pois não podemos de forma alguma dar maus exemplos.
Veja o quanto é decepcionante quando descobrimos que determinado pastor ou líder de alguma igreja desviava dinheiro da mesma, furtando os dízimos dos fiéis, enganando os mesmos, ou exigindo além do que diz palavra, fornicando, odiando, brigando, sendo violento no seu lar com sua família, sendo avaro, miserável, mentiroso, caloteiro, dando cheques sem fundos, sendo um mau pagador, enfim, praticando muitos atos condenáveis.
Estes se dizem Cristãos, mas cometem todos os tipos de pecados, às vezes mais até que os ímpios.
Saiba que tudo isto já é previsto, como vemos na Bíblia.
Entretanto, saiba que o sofrimento dos tais, se ainda não é, será simplesmente terrível. É algo que nem mesmo conseguimos imaginar, por cada alma que se desvia, por cada pessoa que se afasta da fé, pelos maus testemunhos. Saiba que este viverá a eternidade em total e violento terror, digo toda a ETERNINADE.
Portanto devemos sempre fugir do pecado, pois é da vontade da carne. Fujamos. Devemos resistir a tudo o que é contrário à palavra do Senhor para que não sejamos maus exemplos e assim selarmos o nosso futuro.
Vamos andar e viver na palavra. Não fuja da palavra, não busque facilidades. Busque somente a verdade. Não siga os maus exemplos. Que Deus te abençoe.
(extraído do blog do Pr.Henrique)

sexta-feira, 30 de março de 2018

Psiquiatra Russo revela 22 dicas para transformar a sua vida !



Mikhail Litvak é um psicólogo, psicoterapeuta e autor russo, com muitos artigos
 e mais de 30 livros escritos sobre psicologia popular, totalizando 5 milhões 
de livros em circulação.

Mikhail nos ilumina com 22 dicas para transformarmos nossas vidas e nos 
tornamos pessoas mais bem-sucedidas e felizes. Veja abaixo seus conselhos:

1. Se as suas ações forem bem planejadas, a felicidade acontecerá naturalmente.

2. Pessoas maduras e imaturas possuem conhecimento. Mas para os imaturos, a
 aplicação do conhecimento não é tão fácil quanto para as pessoas maduras, que
 o utilizam e convertem em ação.

3. Aprenda a viver por si mesmo. Do contrário, você estará sempre tentando 
provar algo para os outros e estará vivendo para eles.

4. Nós não descartamos pessoas. Apenas seguimos caminhos diferentes. Alguns 
seguem em frente mais rápido, outros demoram mais.

5. Se você quiser sonhar, fantasie sobre coisas realistas e objetivos que podem ser
 atingidos. Dessa maneira, você não perderá a sua direção.

6. Você nunca conseguirá agradar todo mundo. Se continuar buscando isso, 
encontrará constantes decepções em seu caminho.

7. Ao invés de ficar perto de uma pessoa que não lhe acrescenta nada, apenas para
 ter alguém do lado, compre um livro. Ele será uma melhor companhia e o
 manterá mais entretido.

8. Uma pessoa que não consegue ser feliz consigo mesma sempre vai tentar ferir 
aqueles ao seu redor. E exatamente por isso nunca tem sobre o que conversar.

9. A ideia de que existe diferença entre lógica feminina e masculina é ilógica em 
si mesma. Ou você é sábio, ou não é.

10. Se as pessoas tentarem fazê-lo sentir culpa ou gratidão por sua ajuda, é melhor  você pagá-las por sua ajuda e se libertar logo.

11. Alguém que é realmente feliz consigo mesmo não acha necessário convencer 
outras pessoas de que realmente está feliz.

12. Seu pior inimigo não é aquele que está à espreita, esperando você fracassar.
 Seu pior inimigo é você mesmo, e encarar esse inimigo pode ser muito difícil.

13. Se você realmente tem uma urgência em aprofundar as coisas, aprofunde-se
 em detalhes de filosofia ou ciência, e não nos detalhes da vida de outra pessoa.

14. Não dê atenção para insultos e críticas. No dia em que você finalmente atingir  seus objetivos, nada mais valerá a pena.

15. Se você realmente deseja algo na vida, não fique esperando pelos cantos e não peça permissão para ninguém para conseguir.

16. A felicidade não é algo que você pode perseguir. Ela não é encontrada em 
outdoors ou em lojas caras. Ela vem do seu interior e só pode ser alcançada
 quando você aprende sobre contentamento.

17. Conversar com seus amigos, sem dúvida, é uma coisa incrível. Mas quando
 você fala com aqueles que são seus inimigos, aprende muitas coisas novas.

18. Depressão é difícil, dura e cruel. Mas também é uma oportunidade de olhar 
dentro de si mesmo e descobrir quais coisas estão te levando para frente e para 
trás.

19. Se você está em um relacionamento, seja romântico ou profissional, nunca
 deve abandoná-lo, a menos que sinta que seu próprio crescimento está sendo
 impedido ou limitado pela outra pessoa ou circunstâncias.

20. Não tenha medo de falar com outra pessoa, ela pode pensar de forma
 favorável a você.

21. Se você está solitário, principalmente após o fim de um relacionamento, 
significa que está amadurecendo e crescendo espiritualmente. Além disso, 
estar solitário pode aumentar nossa produtividade.

22. Nunca seja muito egoísta com a própria felicidade. Quando você a 
compartilha com seus amigos, ela aumenta, porque também está fazendo-os
 felizes. Quando a compartilha com seus rivais, eles apenas têm que lidar com a
 ideia de que você está muito melhor do que eles.

terça-feira, 13 de março de 2018

Balão ,O Profeta sem Cobertura

A FALTA DE COBERTURA E SUAS CONSEQUÊNCIAS
Balaão, filho de Beor, era um profeta no Antigo Testamento. Balaão tinha o potencial para profetizar palavras bem-sucedidas, ele nos deu a única profecia messiânica no livro de Números. Ele podia ouvir a voz de Deus e até conversar com Deus. No entanto, a Bíblia também diz que ele era um adivinho (Josué 13:22), e que ele usava feitiçaria (Números 24: 1).

“Além dos que foram mortos na guerra, os israelitas mataram à espada Balaão, filho de Beor, que praticava adivinhação”. Josué 13:22.
“Quando Balaão viu que agradava ao Senhor abençoar Israel, não recorreu à magia como nas outras vezes, mas voltou o rosto para o deserto”. Números 24:1.
Em outras palavras, Balaão era sensível a ambos os lados do mundo espiritual e seguia a voz que melhor lhe correspondia. Ele não serviu a Deus, mas a si mesmo. Estava disposto a falar com Deus, ferir Israel e profetizar tudo o que quisesse desde que a oferta fosse suficientemente grande. O Novo Testamento o identifica como um falso profeta (2 Pedro 2: 12-17).
A ruína de Balaão foi por causa de duas coisas, primeiro seu amor pelo dinheiro (Judas 11) e a segunda porque ele não se colocava debaixo da cobertura de ninguém. Não tinha relacionamento com ninguém. Seu nome significa "estrangeiro, não unidade, não da família". Ele era um homem solitário, uma autoridade para si mesmo, que fazia o que parecia certo aos seus próprios olhos.
Não sabemos muito sobre como foi o começo do ministério de Balaão. Obviamente, ele começou bem o suficiente para que Deus o usasse em alguns momentos de seu ministério. O que sabemos é que acabou mal. 
Se Balaão tivesse uma cobertura, um pai espiritual com quem ele poderia prestar conta, alguém que o amasse o suficiente para corrigi-lo e restaurá-lo, é possível que o restante de sua história fosse diferente, talvez nós ouvíssemos mais sobre seu ministério.
Todos nós temos uma fraqueza com a qual lutamos, ou uma fraqueza potencial. Com Balaão era o engano das riquezas e o amor ao dinheiro, por isso fugia de uma cobertura, pois não queria exercer a honra, preferiu viver sem cobertura e isolado. 
Se não tivermos um relacionamento com pessoas em autoridade que nos amem o suficiente para nos corrigir e nos dizer a verdade, dando orientações precisas, podemos acabar igual ou pior do que o filho de Beor, o profeta Balaão. Você tem um ministério, tem um chamado, venha fazer parte de uma família que esta vivendo as bênçãos da cobertura. Entre em contato, será uma honra te receber. 

CARTA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO !

À VOCÊ : ESCREVO ESTA CARTA PARA LHE DIZER QUE SINTO A SUA FALTA . CONTEI MINHAS OVELHAS E NOTEI QUE FALTAVA UMA : VOCÊ. PORQUE FOI EMBORA?...